Gilson Antonio Alves Voria, Corretor de Imóveis
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Gilson Antonio Alves Voria

Londrina (PR)
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Edvaldo Sacramento, Advogado
Edvaldo Sacramento
Comentário · há 7 anos
Sou advogado. Lutei desesperadamente por uma cliente que perdeu um único imóvel que possuía para pagamento de dívidas trabalhistas do pai dela. Não trabalhei para ela na fase de embargos de terceiros quando o imóvel da mesma foi penhorado. Na verdade quando a mesma me procurou já estava tudo perdido, tendo em vista que os advogados dela não quiseram usar o "jus sperniandi" para chegar ao TST . A única forma que imaginei foi entrar com uma ação de querela nula contra a sentença do juiz que penhorara e vendera o imóvel da mesma. Esperniei até o STF, posto que estava frente a uma coisa julgada inconstitucional que não podia sobreviver no ordenamento jurídico pátrio. De nada adiantou. O STF não quis julgar a nova ação ao entendimento da súmula 281 que veda o julgamento de qualquer ação trabalhista que não tenha ido até ao STF. Resultado: os primeiros advogados não esperniaram, eu esperniei, e mesmo assim, o ordenamento jurídico pátrio convive hoje com um absurdo inimaginável. Uma pessoa perdeu um único imóvel que possuía para morar, e para pagamento de dívidas que não eram da responsabilidade dela. Se alguém achar fantasiosa esta história, entre em contato comigo que posso provar com detalhes. Portanto, acho que o problema dos eternos litigantes de má-fé que assoberbam a justiça se resolve facilmente com multas pecuniárias altíssimas, uma vez, comprovada a má-fé, principalmente as grandes empresas que é quem mais usa deste direito de esperniar.

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